Retomei o prazer de pegar num livro, depois de 3 meses a fazer dele um pechisbeque decorativo do colo. Na semana passada, o livro deixou de ser manta e começou a fazer-se compreender. Compreender à primeira, que era o custoso.
Em rigor, é um erro dizer que só agora recomecei a ler. À custa das repetições, o único livro que principiei e acabei neste intermezzo de vida li-o como umas cinco vezes. Não me lembro do nome de nenhuma das duas personagens principais.
Às vezes esqueço-me do quanto me estremeceu o fim desta relação. Lembro-me nos pormenores.